sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

DIFERENCIE-SE

“Não é a mais forte das espécies a que sobrevive, nem a mais inteligente,mas aquela que melhor responde às mudanças.”(Charles Darwin)
Existem empresas que por não praticarem nenhuma ação do ponto de vista evolutivo se transformam em obsoletas: sem clientes novos, perderam clientes antigos, permanecem com o mesmo espaço físico, não realizam nenhum tipo de treinamento com seus funcionários, não fazem nenhuma ação de comunicação, acreditam não precisar de um endereço eletrônico e mais, pensam que a tecnologia usada há anos ainda funciona muito bem nos dias atuais.Seja qual for o segmento é importante lembrar que os clientes, como muitas instituições já perceberam, querem muito mais que o básico. É importante redimensionar o lucro, reparti-lo através de investimentos nos setores estratégicos: gente, tecnologia, relacionamento com clientes, aparência do produto ou serviço, dentre os outros que são estratégicos para cada segmento.Educação dos atendentes, prazos cumpridos, horários respeitados, agilidade, higiene/limpeza/organização? Isso é o que os clientes chamam de básico. Eles também esperam e anseiam por novidades que melhoram a experiência vivenciada. Do contrário experimentarão outros, e outros, e outros. E como existem empresas “loucas” por clientes novos e insatisfeitos olha lá você perdendo mais um cliente.Por mais importante que seja o seu serviço ou produto para o seu cliente lembre-se que ele precisa se sentir especial. Precisa entender que a empresa está empenhada em desenvolver ações que visem o aprimoramento desta relação de consumo sob todos os pontos de vista: treinamentos para atendentes, aperfeiçoamento do espaço físico, , ações de comunicação interna e externa, endereço eletrônico atualizado e minimamente interativo, tecnologia compatível coma demanda, enfim, evoluções nos departamentos.E cabe ressaltar que é provável que o seu concorrente tenha entendido essa necessidade há mais tempo e já esteja caminhando de mãos dadas com as ações que lhe fazem questionar “mas pra que isso”?Atente-se ao novo e alimente as necessidades do seu cliente.Julia Ribeiro – Relações Públicas (juliaalvesbr@yahoo.com.br)

O Relações Públicas tem que ousar, ser criativo, ser doido!

Mundo RP
5/12/2007 17:02:47
O Relações Públicas tem que ousar, ser criativo, ser doido!
Não basta ter a teoria, os profissionais devem criar e oferecer bons projetos aos empresários brasileiros

Priscila Armani Repórter PQN
Esse é o lema de Wilmar Martins que ministrou a palestra "Comunicação Comunitária" na tarde desta terça-feira, em BH durante o Seminário “Inserção e Diversidade para a Co-Responsabilidade – As Relações Públicas no Cenário Social”, promovido pelo Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região (MG-BA-ES). Ele destacou como a sociedade brasileira perdeu a capacidade de revoltar-se com as injustiças que ocorrem cotidianamente. Para Martins a sociedade não pode ficar de braços cruzados enquanto empregadas domésticas apanham em pontos de ônibus ou senadores usam ‘laranjas’ para comprar rádios e jornais. “Podemos fazer a revolução se quisermos", alfinetou o publicitário. Ele se diz orgulhoso de ser também um profissional de Relações Públicas e declarou que a categoria precisa tomar posições, ter coragem e dar “a cara a tapa” no mercado. Em 2002, Martins foi do comitê eleitoral do governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Na ocasião, o RP propôs que o então candidato fosse à Rádio Favela, que ainda não era de caráter educativo. “Todos disseram que eu era louco e que iam matar o Aécio na favela. Mas nada aconteceu. E hoje a Rádio Favela é educativa. E graças a entidades como o CONRERP, que ajudou no processo de institucionalização, de mudança de perfil", conta Martins. Os profissionais de RP têm o poder de fazer as coisas acontecerem no Brasil, basta que para isso usem da criatividade e ofereçam bons projetos aos empresários. "Tem muito empresário por aí doido pra financiar algum projeto social. Basta visitar as comunidades e verão que tem um monte e só projeto bom, esperando um RP para viabilizar e colocar no papel. O RP tem que chegar para o empresário e dizer: 'Olha que projeto bacana!' e argumentar que aí tudo se torna possível". O tema fez parte do Seminário “Inserção e Diversidade para a Co-Responsabilidade – As Relações Públicas no Cenário Social”, promovido pelo Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região (MG-BA-ES) em comemoração ao Dia Nacional das Relações Públicas e acontece no INAP – Instituto de Arte e Projeto, em Belo Horizonte. Durante todo o dia, PQN - O Portal da Comunicação - trará reportagens especiais para você internauta profissional da Comunicação.